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Wp > yrl > Grécia

Template:Wp/yrl/Info país Gresia (Gresia wára nheénga resé: Ελλάδα, AFI: [e̞ˈlaða], transl. Elláda, ou Ελλάς, AFI: [e̞ˈlas], transl. Ellas), oficialmente Elenauara Maãmirauara, tetáma Europa wára upita waa bálcãs meridional seíya upe i confina a norte com a Maãmirauara Masedonia, Bulgaria, asui Albânia irũmu, a leste Turkiairũmu, quer em fronteira terrestre, quer com fronteira marítima no paranãsu Egeuara, a sul com o paranãsu Mediteraneuara e a oeste com o paranãsu Jonikuara, pelo qual tem ligação com a Itália.

Localizada na juntura da Europa, Asia e Afrika, a Gresia é o berço de embirasaua da miramũdusaua,[1] da filosofia ocidental,[2] dos Olimpikauara Murasaĩsaua, da Literatura ocidental e da Akuerasa-kuasa, bem como da Politikauara kuasareté, e dos mais importantes princípios Papasaua-kuasauara, e também o berço de embirarisaua do teatro ocidental, incluindo os gêneros do drama, tragédia e o da comédia.[3]

Gresia Tetamaeté desenvolvido com graves problemas de ordem econômica. É membro da Europauara Muakasaua desde 1981[4], membro da Europauara Muakasaua Econômica asui Sekuiarauara Muakasaua desde 2001, TNAO desde 1952, OCDE desde 1961, UEO desde 1995, membro fundador da Organização de Cooperação Econômica do Mar Negro e membro da AEE desde 2005. Atenas é a capital; outras maiores cidades do país são Salónica, Pátras, Iráclio, Lárissa, Vólos, Ioannina, Cavala, Rhodes e Serres.

EtimologiaEdit

Gresiauara rera uaa romanuaraitá designavam os elenouara, habitantes da Elade que ficou conhecida como Gresia.

O geônimo latino se funda sobre o etnônimo, com sufixo (-ia), latim típico de nome de país ou região. O etnônimo latino é empréstimo ao grego graikós ("grego"), que sob a forma plural graikoí, principiou a ser episodicamente empregado em lugar do grego ΄ελληνες (helenos) somente depois de Aristóteles. Mesmo o latim Græcia, antes de designar a totalidade do país, foi usado com epítetos (Græcia Ulterior, Magna Græcia), ou no plural, Græciæ ("Grécias"), quando abarcava o todo.

O todo em latim foi de início designado como Hellas, - adis, Hélade. Assim, por exemplo, em Plínio, o Velho. Em Cassiodoro já ocorre a forma latina Hellada. Esta, por sua vez, é empréstimo do gr. Hellás - ádos, que desde Ésquilo designa a totalidade das regiões habitadas pelos helenos.

HistóriaEdit

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[[Ficheiro:Parthenon.JPG|thumb|left|O Partenon, na Acrópole de Atenas, um dos monumentos mais emblemáticos do auge do período conhecido como "Grécia antiga".]]

A antiga Grécia Continental fazia limites com a Ilíria a norte, a leste com o Egeu, a oeste com o paranãsu Jónikuara, e a sul com o Mediteraneuara. Tinha mais de 100.000 km². As suas montanhas, com o céu quase sempre azul e seu clima suave faziam da Gresia um dos mais maravilhosos e melhores países do mundo. Foi naquele pequeno país que a civilização ocidental começou há mais de dois mil e oitocentos anos. Naquele tempo a civilização grega estava dividida em cidades-Estado (pólis) que dominavam grandes áreas das margens do Mediterrâneo e do mar Negro.

Atualmente, a Grécia é um único país de poder reduzido, e um dos menos desenvolvidos da Europa. Atenas é a capital e maior cidade do país, com quatro milhões de habitantes. Em Atenas e em outras partes da Grécia, existem esplêndidas ruínas de monumentos do passado glorioso da antiga civilização. Há milhares de anos, os gregos estabeleceram tradições de justiça e liberdade individual que são as bases da democracia e da economia de mercado. A sua arte, filosofia e ciência tornaram-se fundamentos do pensamento e da cultura ocidentais. Os gregos da Antigüidade chamavam a si próprios de helenos (todos que falavam o grego, mesmo que não vivessem na Grécia Continental), e davam o nome de Hélade a sua terra. Os que não falavam o grego eram chamados de bárbaros. Nunca formaram um governo central, porém estavam unidos pela mesma cultura, religião e língua. A Grécia tornou-se independente em 14 de Setembro de 1829, após o Tratado de Adrianópolis ser assinado entre Rússia e Turquia, o qual pôs fim à guerra de independência.

GeografiaEdit

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[[Ficheiro:Olympus Litochoro.JPG|thumb|left|Monte Olimpo visto da cidade de Litochoro.]]

O país consiste de um território continental na extremidade sul dos Balcãs, da península do Peloponeso, separada do continente pelo canal de Corinto, e de numerosas ilhas, incluindo Creta, Rodes, Eubéia e os arquipélagos do Dodecaneso e das Cíclades no Mar Egeu, e das Ilhas Jónicas no Mar Jónico. A Grécia tem mais de 14 880 km de costas e uma fronteira terrestre de 1 160 km.

Cerca de 80% da Grécia é território montanhoso ou, pelo menos, acidentado. A maior parte do país é seca e rochosa. Só 28% da terra é arável. A Grécia Ocidental contém lagos e zonas húmidas. O Pindo, a cadeia montanhosa central, tem uma elevação média de 2 650 m. O lendário monte Olimpo (Macedônia) é o ponto mais alto da Grécia, atingindo 2 917 m acima do nível do mar.

O clima grego é semelhante ao português, com invernos suaves e húmidos e verões quentes e secos. As temperaturas só raramente atingem valores extremos, embora ocorra queda de neve nas montanhas e até mesmo em Atenas, em alguns invernos.

DemografiaEdit

Template:Wp/yrl/Artigo principal [[Ficheiro:Brainsik-ermoupoli.jpg|thumb|250px|left|Hermópolis, capital da ilha de Siro e das Ciclades.]] A Grécia tem sido habitada desde o Período Paleolítico e, por volta do ano 3.000 A.C. se tornou o lar, nas Ilhas Cícladas, de uma cultura cuja arte permanece como a mais notável da História. No início do 2o milênio A.C., a ilha de Creta foi o lar do sofisticado império marítimo dos minóicos, cujo comércio atingia o Egito e a Sicília. Os Minóicos foram derrotados pelos Micênicos, um povo da Grécia continental, que falava um antigo dialeto grego.

No princípio, o mosaico de cidades-estado gregas tinha semelhanças étnicas. Durante os impérios romano, bizantino e otomano (abrangendo todo o período que vai do século I ao século XIX) a composição étnica da Grécia diversificou-se. Desde a independência, em 1829 e da troca de populações com a Turquia em 1923, a Grécia forjou um estado nacional que reclama suas origens há 3 mil anos.

thumb|right|Gráfico demográfico da Grécia.

A língua grega remonta há 3.500 anos, e o grego moderno preserva muitos elementos de seu antecessor clássico. No século XIX, após a Guerra de Independência Grega, fez-se um esforço para eliminar da língua as expressões de origem turca e árabe. A versão resultante foi considerada próxima do koiné grego, e foi chamada de Katharevoussa. No entanto, o Katharevoussa nunca foi adotado pelos gregos na linguagem diária. O grego comumente falado é chamado demotiki, e se tornou a língua oficial em 1976.

A Grécia tem uma população de aproximadamente 11 milhões de habitantes, 97% são de origem grega, e apresenta um crescimento de 0,3% ao ano. A taxa de analfabetismo é 2,5% e a renda per capita é US$ 31.382.

PolíticaEdit

Template:Wp/yrl/Artigo principal [[Ficheiro:Greece Parliament.jpg|250px|left|thumb|Parlamento Helênico no centro de Atenas.]] Desde 3 de Junho de 1975, com a adoção da nova Constituição, a Grécia é uma democracia republicana parlamentar.

A monarquia foi rejeitada a 8 de dezembro de 1974.

O voto é obrigatório e universal, sendo adquirido esse direito aos dezoito anos.

O poder executivo é regido pelo chefe de Estado, que é eleito pelo parlamento. Além disso, existe ainda o chefe de Governo, nomeado pelo presidente e o Gabinete do Governo, cujos membros são também nomeados pelo presidente, tendo em conta as recomendações do primeiro-ministro.

O poder legislativo é unicamarário (só possui uma câmara de deputados) e o judicial conta com uma Corte e um Tribunal Supremo. O sistema legal baseia-se no código romano. Tem cortes divididas em assuntos civis, administrativos e criminais.

SubdivisõesEdit

Template:Wp/yrl/Artigo principal As periferias (em grego περιφέρειες, singular: περιφέρεια) são as divisões nacionais da Grécia. Existem 13 periferias (nove no continente e quatro grupos de ilhas), que são ainda subdivididos em 51 prefeituras (ou departamentos; em grego: νομοί, singular: νομός ; transliterado: nomoi, singular: nomos):

Mapa Posição Periferia Capital Área População
300px
1 Ática Atenas 3,808 km² 3.761.810
2 Grécia Central Lamia 15,549 km² 605.329
3 Macedônia Central Tessalônica 18,811 km² 1.871.952
4 Creta Iráclio 8,259 km² 601.131
5 Macedônia Oriental e Trácia Komotini 14,157 km² 611.067
6 Épiro Ioannina 9,203 km² 353.820
7 Ilhas Jônicas Corfu 2,307 km² 212.984
8 Egeu Setentrional Mitilene 3,836 km² 206.121
9 Peloponeso Kalamata 15,490 km² 638.942
10 Egeu Meridional Hermópolis 5,286 km² 302.686
11 Tessália Lárissa 14.037 km² 753.888
12 Grécia Ocidental Pátras 11,350 km² 740.506
13 Macedônia Ocidental Kozani 9,451 km² 301.522
- Monte Atos (Autônomo) Karyes 390 km² 2.262

EconomiaEdit

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[[Ficheiro:GreeceEconomyGDPEnglish.png|right|thumb|Crescimento do PIB da Grécia, em comparação com a zona euro entre 1996 - 2006.]]

A economia da Grécia é uma economia capitalista mista com grande participação das empresas governamentais tendo como principal atividade o setor de serviços. A indústria responde por 20% do PIB e a agricultura gera cerca de 4% do mesmo. Somente o setor do turismo gera cerca de 15% das receitas do país.

O PIB da Grécia alcançou US$ 324,4 bilhões de dólares em 2007 de acordo com o método da Paridade de Poder de Compra, e seu PIB per capita na utilização do mesmo método alcançou US$ 31.382. A Grécia é um dos países que mais se beneficiaram da União Européia. Obteve um crescimento de 3,3% em sua economia após a união e vem obtendo taxas de crescimento na casa dos 4%, superando em 1% a média da União Europeia.

Principais produtos: Agropecuária - algodão, azeitona, gado ovino e caprino, fumo, hortaliças, limão, ovinos, trigo e uva. Mineração - bauxita, linhita e cromita. Indústria - alimentos e bebidas processadas - cigarros, têxteis, vestuário, etc.

CulturaEdit

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[[Ficheiro:Zeus Otricoli Pio-Clementino Inv257.jpg|left|150px|thumb|Busto de Zeus, em Otricoli (Sala Rotonda, Museu Pio-Clementino, Vaticano).]]

Os remanescentes físicos da cultura da Grécia clássica conservam-se principalmente em Atenas,Esparta, Micenas, Argos e outros sítios, enquanto as esculturas e outros objetos de arte exibidos nos museus gregos (Nacional, de Heracléia, da Acrópole, etc.), e dos principais centros culturais do mundo constituem uma lembrança permanente de copiosa herança cultural helênica, que ainda continua viva na educação dos gregos.

Na Grécia moderna destacaram-se sobretudo os poetas. Adquiriu fama internacional Konstantinos Kaváfis, grego de Alexandria que escreveu cerca de duas centenas de poemas, inéditos até sua morte. Comparado ao português Fernando Pessoa, seu contemporâneo e também marcado por uma nostalgia da antiga glória de seu país, Kaváfis é autor da frase "somos todos gregos". Destacam-se também Georgios Seferis, agraciado com o Prêmio Nobel de literatura de 1963; Angelos Sikelianos; Odysseus Elytis, que obteve o prêmio Nobel em 1979; e Yannis Ritsos. O romancista de maior sucesso é o cretense Nikos Kazantakis, autor de Zorba, o grego e A última tentação de Cristo.

[[Ficheiro:Kazantzakisgrave.jpg|thumb|right|Túmulo de Nikos Kazantzakis, um dos maiores pensadores, escritores e filósofos da Grécia no século XX.]]

Dentre os músicos gregos com fama internacional destacam-se Manos Hadjidakis e Mikis Theodorakis. A busca e a sistematização do patrimônio musical popular, que é o objetivo básico de famosos músicos e pesquisadores, tem incentivado a criação de grande número de corais que participam de concursos internacionais. Depois da independência política, a arte grega se inspirou inteiramente na arte ocidental. Entre os pintores figurativos destacam-se Iannis Moralis e Nicos Kontopulos; e entre os abstratos, Alexos Kontopulos e Iannis Spyrapulos. Na escultura devem ser mencionados Vassilakis Takis e Alex Mylona.

Foi na Grécia Antiga, mairí Olímpiaupé, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Gresiauara mira também desenvolveramuma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os Maitesa-iũbuesaua mais conhecidos deste período.

ArteEdit

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[[Ficheiro:Berlin Painter Ganymedes Louvre G175.jpg|left|thumb|Vaso grego, 500-490 a.C., Louvre, Paris.]]

Gresiauara sociedades Iupinasaua e a arquitetura das desde o início da Idade do Ferro (século XI a.C.) até o final do século I a.C. Antes disso (Idade do Bronze), a arte grega do continente e das ilhas (excetuando-se Creta, onde havia uma tradição diferente chamada arte minóica) é conhecida como arte micênica, e a arte grega mais tardia, chamada helenística, é considerada integrante da cultura do Império Romano (arte romana).

Gresiauara-ita, iupirungaua resé um conjunto de tribos relativamente autônomas que apresentavam fatores culturais comuns, como a Nhẽnga e a religião, instalaram-se no Peloponeso iupirungaua iepesaua milênio antes de Kristo, dando início a uma das mais influentes culturas da Antiguidade.

Após a fase orientalizante (de 1100 a 650 a.C.), cujas manifestações artísticas foram inspiradas pela cultura mesopotâmica, a gresiauara iupinasaua conheceu um primeiro momento de maturidade durante o período arcaico, que se prolongou até 475 a.C. Marcado pela expansão geográfica, pelo desenvolvimento econômico e pelo incremento das relações internacionais, assistiu-se nesta altura à definição dos fundamentos estéticos e formais que caracterizarão as posteriores produções artísticas gregas.

[[Imagem:Laocoon Pio-Clementino Inv1059-1064-1067.jpg|thumb|right|180px|Laocoonte e seus filhos, Período Helenista.]]

Após as guerras com os Persas, a gresiauara iupinasaua adquiriu maior independência em relação às outras culturas mediterrânicas e expandiu-se para todas as suas colônias da Ásia Menor, da Sicília e de Itália (conjunto de territórios conhecidos por Magna Grécia).

Protagonizado pela cidade de Atenas, sob o forte patrocínio de Péricles, o último período artístico da Grécia, conhecido por Fase Clássica, estendeu-se desde 475 a.C. até 323 a.C., ano em que o macedônico Alexandre Magno conquistou as cidades-estados do Peloponeso.

As manifestações artísticas gregas, que conheceram grande unidade ideológica e morfológica, encontraram os seus alicerces numa filosofia antropocêntrica de sentido racionalista que inspirou as duas características fundamentais deste estilo: por um lado a dimensão humana e o interesse pela representação do homem e, por outro, a tendência para o idealismo traduzido na adoção de cânones ou regras fixas (análogas às leis da natureza) que definiam sistemas de proporções e de relações formais para todas as produções artísticas, desde a arquitetura à escultura.

Ver tambémEdit

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  1. Finley, M. I. Democracy Ancient and Modern. 2d ed., 1985. London: Hogarth.
  2. History of Philosophy, Volume 1 by Frederick Copleston
  3. Brockett, Oscar G. History of the Theatre. sixth ed., 1991. Boston; London: Allyn and Bacon.
  4. Template:Wp/yrl/Cite web